47 - Origem da Igreja Cristã/Primitiva x Origem da Igreja Católica
Igreja Primitiva Evangélica
O que afirma Paulo Coelho em seu livro "As Valkírias"? De forma casual ele faz uma referência à igreja protestante e católica.
“...Os amigos comuns diziam que Paulo era um bruxo, e certa noite Chris telefonou para o pastor da igreja protestante que frequentava pedindo que rezasse por ela”. (As Valkírias – pdf - meocloud - p. 7).
Em outro momento:
“Falaram dos rituais templários, da reencarnação, da magia sufi, dos caminhos da Igreja Católica na América Latina”. (Idem - p. 11).
Daremos uma pequena pincelada, conforme posicionamento de alguns estudiosos, no surgimento da igreja cristã primitiva/evangélica/protestante. Uma vez que o escritor Paulo Coelho faz uma pequena referência às duas instituições, como já foi referido acima.
Minha explanação não pretende proporcionar um duelo entre a igreja evangélica e a católica, onde nesta há maior número de cristãos, nem teria “cacife” para isso, nem se trata de: “minha igreja é melhor que a sua”, meramente, trata-se da verdade da Palavra. Meu objetivo é demonstrar o esclarecimento bíblico a respeito dos temas abordados, na esperança que muitas pessoas se libertem e não mais sejam norteadas pelo erro.
- Nascimento da Igreja Evangélica segundo como interpretamos na Bíblia
O vocábulo “igreja” vem do grego ekklésía e do latim ecclésía que significa “assembleia”. O Novo Testamento emprega ekklesia com sentido de referência à “reunião de crentes para adorar a Cristo”.
A primeira menção do termo Igreja, nos tempos de Jesus, na Bíblia, foi citado em Mateus 16.18, pelo próprio Jesus, que diz: “Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja...”.
Depois da morte de Jesus os discípulos ficaram meio que sem rumo, desanimados e amedrontados. Muitos se esconderam, temendo perseguição, pois eram alvo tanto de líderes judeus, como de autoridades romanas. Porém, com a notícia do aparecimento de Jesus, prova de sua ressurreição, e a descida do Espírito Santo, no dia de pentecostes, tudo mudou. Com isso, os discípulos recuperaram a fé. Obedecendo a ordem de Jesus espalharam o evangelho começando por Jerusalém.
Quarenta dias depois de sua ressurreição, Jesus deu instruções finais aos discípulos e ascendeu ao céu. (Atos 1.1-11).
Os discípulos voltaram a Jerusalém e se recolheram durante alguns dias para jejum e oração, aguardando o Espírito Santo, o qual Jesus disse que viria. Cerca de 120 pessoas, seguidores de Jesus, aguardavam a descida do Espírito Santo, "o outro Consolador".
A formação da Igreja deu-se por meio da obediência a Cristo, a seu imperativo:
“E disse-lhes (Jesus): Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado”. (Marcos 16.15,16).
Aos seus seguidores, aos que fazem a obra de Deus, o Senhor Jesus prometeu-lhes poder, importante na formação da igreja, ganhando pessoas para o reino de Cristo, os milagres, principalmente, chamavam a atenção dos incrédulos e os fazia crer em um Cristo vivo. Poder este para os que têm fé.
“E estes sinais acompanharão aos que crerem: Em meu nome expulsarão demônios; falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e se beberem alguma coisa mortífera, não lhes fará dano algum; e porão as mãos sobre os enfermos e estes serão curados. Ora, o Senhor, depois de lhes ter falado, foi recebido no céu, e assentou-se à direita de Deus”. (Marcos 16.17-19).
Como veem Deus não confiou poderes especiais apenas aos 12 apóstolos, mas deixou claro: "Aos que crerem". Este poder está acessível a todo convertido que tem fé, ao que se dispõe a fazer a obra do Senhor, mais necessário ainda a quem dirige uma igreja. Graças a Deus temos visto isso em meio ao povo evangélico, em nome de Jesus pessoas são curadas, demônios são expulsos, pessoas de fé têm colocado esse poder em ação, e jamais afirmam que isso é algo próprio deles. Os que não têm fé afirmam que é hipnose, que tudo não passa de algo previamente combinado, etc. Embora devamos analisar bem tudo o que vemos. Porém, é preciso buscar em Cristo esse poder, orando, jejuando, levando uma vida santificada, no sentido de separar-se do pecado.
Vejamos a orientação de Cristo, para a evangelização, que a princípio, contribuiu para a formação da Igreja propriamente dita, que iniciou-se com a pregação da Palavra:
“Depois disso designou o Senhor outros setenta, e os enviou adiante de si, de dois em dois, a todas as cidades e lugares aonde ele havia de ir. Ide; eis que vos envio como cordeiros ao meio de lobos. Em qualquer casa em que entrardes, dizei primeiro: ‘Paz seja com esta casa’. E se ali houver um filho da paz, repousará sobre ele a vossa paz; e se não, voltará para vós. Ficai nessa casa, comendo e bebendo do que eles tiverem... Também, em qualquer cidade em que entrardes, e vos receberem, comei do que puserem diante de vós. Curai os enfermos que nela houver, e dize-lhes: É chegado a vós o reino de Deus. Mas em qualquer cidade em que entrardes, e vos não receberem, saindo pelas ruas, dizei: Até o pó da vossa cidade, que se nos pegou aos pés, sacudimos contra vós. Contudo, sabei isto: Que o reino de Deus é chegado. Digo-vos que naquele dia haverá menos rigor para Sodoma, do que para aquela cidade”. (que rejeitou o ensino da Palavra de Deus - Lucas 10.1-12).
Essas são palavras de Cristo, referente à formação da Igreja, não especificamente, o objetivo principal era a Palavra da salvação, consequentemente, surgiria a igreja, e para a mesma vir a existir seria necessário que a vontade de Deus para nossas vidas fosse manifestada, por meio da pregação do Evangelho, da Palavra.
O salmista já compreendia isso:
"A exposição das tuas palavras dá luz e entendimento...". (Salmo 119.130).
De posse da nova vida, houve, então, o agrupamento dessas pessoas com o mesmo objetivo: adorar a Deus e aprender com os ensinamentos de Cristo e dos apóstolos para ter uma vida transformada.
Observe que nesse texto de Lucas há o imperativo "Ide", onde ele, também confirma no evangelho de Marcos:
"Ide por todo o mundo e pregai o evangelho...". (Marcos 16.15).
Os primeiros cristãos formavam uma comunidade estreitamente unida em Jerusalém, após o dia de Pentecostes. Eles repartiam todos os seus bens materiais entre eles mesmos. (Atos 2.44-45). Muitos vendiam suas propriedades e davam à igreja o produto da venda, a qual distribuía esses recursos entre o grupo carente. (Atos 4.34-35). Eles ainda iam ao templo judaico para orar. (Atos 2.46). Começaram a partilhar a Ceia do Senhor em seus próprios lares, onde a igreja se principiou, ou seja, se resguardando de perseguição. (Atos 2.42-46).
“Saudai também a igreja que está na casa deles...”. (Romanos 16.5).
“Paulo, prisioneiro de Cristo Jesus, e o irmão Timóteo, ao amado Filemom, nosso companheiro de trabalho, e à nossa irmã Áfia, e a Arquipo, nosso companheiro de lutas, e à igreja que está em tua casa: Graças a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo”. (Filemon 1.1-3).
“Saudai aos irmãos que estão em Laodiceia, e a Ninfas e a igreja que está em sua casa”. (Colossenses 4.15).
A primeira igreja a ser formada, como todos sabem, teve início com reuniões e pregações nas residências dos discípulos e usualmente conhecida, entre os estudiosos, como a Igreja Primitiva, embora a Bíblia não a denomine dessa forma. Portanto, a primeira igreja a ser formada na Terra foi a “Igreja de Cristo”, a “Igreja Cristã”, simplesmente. As denominações surgiram séculos depois. Os apóstolos não se atinham a esses pormenores, o importante, o fundamental, era, e ainda é, que a Igreja se paute pelas Palavras de Cristo, por suas diretrizes. A Igreja que assim não o faz ela é nula diante de Deus. A denominação, "a placa", é só um detalhe, embora as interpretações bíblicas sejam variadas.
“As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Áquila e Prisca, com a igreja que está em sua casa”. (I Coríntios 16.19).
Observe que está no plural "as igrejas", nesse caso, na àsia. Isso considerado, a igreja cristã estava espalhada em muitas partes das regiões.
"Mas Paulo, tendo escolhido a Silas, partiu encomendado pelos irmãos à graça do Senhor. E passou pela Síria e Cilícia, fortalecendo as igrejas". (Atos 15.40,41).
- A primeira menção, do termo, como foi citado, foi o próprio Jesus que falou
"Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela...". (Mateus 16.18).
É óbvio que não estamos falando de igreja estrutura física, mas do ajuntamento dos escolhidos de Deus. A primeira alusão feita à igreja, depois da ascensão de Cristo, está em Atos 1.14 e 4.32, embora não apareça o vocábulo “igreja”, percebemos por meio da união e reunião dos convertidos a Cristo, bem como a primeira citação desse vocábulo aparece em Atos 5.11. Notemos que se trata dos seguidores de Cristo, dos fiéis à sua Palavra, que se reuniram para buscar a Deus, sem acrescentamentos, sem invencionices, até mesmo sem uma denominação específica, mas seguindo o que reafirmavam os apóstolos, ou seja, o culto constava da leitura da Palavra, pregação da mesma, cânticos, oração e, conforme conveniência, a celebração da Ceia.
A Igreja em seu princípio passou por muitas perseguições. A fidelidade aos ensinamentos de Jesus causou muitos conflitos com outras religiões da época. Primeiro os apóstolos foram perseguidos pela liderança judaica.
No período de 64 a 313 houve mais perseguições violentas, entre tantos motivos o que se destacou foi o fato de a igreja dos apóstolos não aceitarem a adoração dedicada ao Imperador, não aceitavam a mistura com religiões diversificadas e rejeitavam todo e qualquer tipo de idolatria, de uso de imagens. Por força das perseguições o cristianismo passou a ser uma religião clandestina.
A morte de Estevão por apedrejamento (Atos 7) deu início a uma onda de perseguição que levou muitos cristãos a abandonarem Jerusalém (Atos 8.1). Alguns desses cristãos estabeleceram-se entre os gentios de Samaria, onde fizeram muitos convertidos (Atos 8.5-8), e fundaram congregações em diversas cidades de gentios.
Os primeiros missionários cristãos concentraram seus ensinos baseados na pessoa e obra de Jesus Cristo. Declararam que ele era o servo impecável e Filho de Deus que havia dado sua vida para expiar os pecados de todas as pessoas que depositavam sua confiança nele. (Romanos 5.8-10). Ele era aquele a quem Deus ressuscitou dos mortos para derrotar o poder do pecado. (Romanos 4.24-25; I Coríntios 15.17).
Deus operava milagres de cura por intermédio desses primeiros cristãos. Pessoas enfermas reuniam-se no templo e muitos doentes se punham no caminho de sorte que a sombra do apóstolo Pedro passasse sobre eles para serem curados. (Atos 5.12-16). Esses milagres convenceram muitos de que esses cristãos estavam verdadeiramente servindo a Deus.
Depois de sua formação em Jerusalém, a igreja apostólica começa a evangelizar os povos vizinhos, até chegar a Roma, onde, tempos depois, parte dela sofreria forte influência do paganismo romano.
A Igreja do Novo Testamento é chamada de Igreja Primitiva, por ter sido a primeira originar-se, óbvio, e não ter nenhum outro título em especial. Essa Igreja já não pode ser identificada com a Igreja Católica Romana, segundo os estudiosos, por várias razões, como por exemplo:
* Os problemas doutrinários e éticos surgidos na Igreja Primitiva eram resolvidos pelo presbitério (Atos 15.1-29), na Igreja Católica são solucionados pelo papa, no âmbito geral. Há uma liderança centralizadora;
* Na Igreja Primitiva não havia “missa”, como no rito atual; havia culto com cânticos de hinos, orações, leitura e pregação;
* Na Igreja Primitiva não havia padre, nem cardeal, nem papa; havia presbíteros, diáconos e bispos.
* Não havia imagens de escultura de forma alguma.
* Qualquer pessoa que examinar o Novo Testamento verá claramente que a Igreja Católica Romana não tem total semelhança com a Igreja Primitiva.
"E, perseverando unânimes todos os dias no templo, e partindo o pão em casa, comiam com alegria e singeleza de coração...". (Atos 2.46).
"...falando entre vós em salmos, hinos, e cânticos espirituais, cantando e salmodiando ao Senhor no vosso coração...". (Efésios 5.19).
"A palavra de Cristo habite em vós ricamente, em toda a sabedoria; ensinai-vos e admoestai-vos uns aos outros, com salmos, hinos e cânticos espirituais, louvando a Deus com gratidão em vossos corações". (Colossenses 3.16).
Como nos explica os versículos acima, a liturgia era simples. Continha a pregação, o ensino da Palavra, cânticos, salmos e orações.
Mas, apesar de não ser uma igreja misturada com pessoas de costume pagão, as pessoas em si não eram perfeitas. Jesus falou da convivência do joio com o trigo.
"Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeou boa semente no seu campo; mas, enquanto os homens dormiam, veio o inimigo dele, semeou joio no meio do trigo, e retirou-se. Quando, porém, a erva cresceu e começou a espigar, então apareceu também o joio. Chegaram, pois, os servos do proprietário, e disseram-lhe: Senhor, não semeaste no teu campo boa semente? Donde, pois, vem o joio? Respondeu-lhes: Algum inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres, pois, que vamos arrancá-lo? Ele, porém, disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis com ele também o trigo. Deixai crescer ambos juntos até a ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Ajuntai primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; o trigo, porém, recolhei-o no meu celeiro". (Mateus 13.24-30).
Vale ressaltar que a verdadeira igreja de Cristo (o trigo), dentro das igrejas, é verdadeira, é perfeita. Essa será arrebatada. Quem não é perfeita é parte dos que têm rótulo de cristão, de "igreja" (joio), uma vez que estes têm mau comportamento, mau testemunho, lamentavelmente, fora da igreja, e portanto, convive-se todos juntos, até que se tenha conhecimento de algo mais extraordinário, e uma providência maior, por parte da liderança, seja tomada.
O apóstolo Paulo mandou que retirassem o crente que, depois de repreendido, persistia no erro. Retirar no sentido de excluir como membro.
“Mas agora vos escrevo que não vos comuniqueis com aquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal nem sequer comais. (...) Tirai esse iníquo do meio de vós”. (I Coríntios 5.11-13).
"Tirar o iníquo" é ação da direção da igreja, que, conforme o caso, o disciplina afastando-o do rol de membro, como foi dito, por determinado período, momento em que se espera arrependimento por parte desse membro. Em alguns casos, rara vezes, o tal, não concorda com a disciplina, se revolta mais ainda, afasta-se da programação da igreja, ocasião necessária de maior apoio espiritual. Alguns poucos voltam-se para o mundanismo, outros fundam algumas igrejinhas de "fundo de quintal", digamos assim. Há que se ter cuidado.
Pelo fato de Cristo afirmar ser O Caminho, os primeiros adeptos eram chamados apenas de os seguidores do Caminho (“...como alguns deles se endurecessem e não obedecessem, falando mal do Caminho diante da multidão, (Paulo) apartou-se deles...” Atos 19.9), ou a Seita dos Nazarenos (“Temos achado que este homem (Paulo) é uma peste, e promotor de sedições entre todos os judeus, por todo o mundo, e chefe da Seita dos Nazarenos... Paulo, tendo-lhe o governador feito sinal que falasse, respondeu: ...confesso-te isto: Que, seguindo o Caminho a que eles chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas”. (Atos 24.5,10-14).
Em, aproximadamente 43 d.C., na cidade de Antioquia, os seguidores de Cristo foram denominados, pela primeira vez, de cristãos.
Há também referência aos crentes como sendo os servos de Cristo. O dicionário tem uma definição que se aproxima da explicação que estamos dando, ser crente é, também, aquele “que segue uma religião protestante”, “membro de uma igreja protestante”.
“... e cada vez mais se agregavam crentes ao Senhor em grande número tanto de homens como de mulheres...”. (Atos 5.14).
“Os crentes que eram de circuncisão, todos quantos tinham vindo com Pedro, maravilharam-se...”. (Atos 10.45).
“... estava ali certo discípulo por nome Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego...”. (Atos 16.1).
“... já é hora de despertardes do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando nos tornamos crentes”. (Romanos 13.11).
Alguém poderá dizer que o termo “crente” é apenas um termo que define todos os que creem em alguma coisa, que acredita ou tem convicção de algo, independente de religião. Pode ser, mas pelo menos estamos sendo extremamente bíblicos. “Depois disse a Tomé: Chega aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; chega a tua mão, e mete-a no meu lado; e não mais sejas incrédulo, mas crente”. (João 20.27). Nesse caso é o sentido literal de crença.
Já o termo evangélico, do latim evangelicus, também não aparece na Bíblia em português, mas ele é oriundo, como se sabe, do termo latino evangelium, e do grego euaggelion ("eu", bom; "aggelion", mensagem) ou seja, “evangelho”, que significa “boas novas”.
A expressão “igreja de Deus” é encontrada em oito capítulos.
“Paulo, chamado para ser apóstolo de Jesus Cristo... ...à igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus, chamados para serem santos, com todos os que em todo lugar invocam o nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso...". (Coríntios 1.1,2).
Devemos atentar, para compararmos, se nossa igreja é compatível com a Bíblia. Havia um grupo de irmãos, na cidade Beréia, Grécia antiga, que assim faziam: comparavam o que os apóstolos falavam com a Palavra de Deus, para verem se estavam em conformidade. "E logo, de noite, os irmãos enviaram Paulo e Silas para Beréia; tendo eles ali chegado, foram à sinagoga dos judeus. Ora, estes eram mais nobres do que os de Tessalônica, porque receberam a palavra com toda avidez, examinando diariamente as Escrituras para ver se estas coisas eram assim". (Atos 17.10,11).
A Igreja Primitiva foi a primeira igreja evangélica detentora do ensino de Cristo, dos apóstolos, dos “Evangelhos”, relatada no livro de “Atos dos Apóstolos”. É esse modelo que a igreja evangélica, como um todo, procura seguir.
www.vivos.com.br
As Valkírias – pdf-https://meocloud.pt/link - https://cld.pt/dl/download/
http://www.gotquestions.org/Portugues/origem-Igreja-Catolica.html
http://www.gotquestions.org (batalha do Armagedom, sete-sacramentos, sete-igrejas-Apocalipse, Relacionamento com Deus).
http://professor-josimar.blogspot.com.br/2012/07/origem-da-igreja catolicaapostolica.html
BÍBLIA de Estudo Pentecostal – AT e NT. Referências e Algumas Variantes. Trad. João F. de Almeida. São Paulo, CPAD/SBB, 1995.
BÍBLIA Sagrada (Eletrônica, AT e NT). Europa Multimídia. Programação: Leandro Calçada, Ilustração: Wilson Roberto Jr. Colaboração: Thélos Associação Cultural.
BARSA, Nova Enciclopédia. Encyclopaedia Britannica do Brasil Ltda. Rio de Janeiro/São Paulo, 1997, 1999.
http://www.gotquestions.org (sete-igrejas-Apocalipse)
Vide tópico 56 - Referências Bibliográficas